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Como ajudar o RS? SOS Rio Grande do Sul. Ajuda ao RS.

Como ajudar o RS é uma pergunta que muitos de nós temos feito desde o início do mês de maio de 2024. O que temos vivido como nação é uma ação emergencial sobre a calamidade que vem afligindo o estado do Rio Grande Sul. Vamos entender um pouco mais da realidade, como ajudar o RS, o que vem a ser as campanhas SOS Rio Grande do Sul e a ajuda ao RS necessária nesse momento.

Como se a situação já não fosse grave o suficiente, as chuvas desse fim-de-semana dos dias 11 e 12 de maio voltaram a preocupar e dificultar as operações de resgate. A sociedade brasileira tem se mobilizado, instituições, governos de outros estados e municípios, empresas e milhares de ações têm sido realizadas com intuito de amenizar o estado de privação e vulnerabilidade vivido pelo povo gaúcho nos últimos dias.

SOS Rio Grande do Sul. O que está acontecendo no estado?

As chuvas do final de semana estão provocando reflexos no Lago Guaíba nesta segunda-feira (13). Desde a meia-noite, o rio já subiu 22 centímetros, passando de 4,64m para 4,86m: uma média de 2,2 centímetros por hora.

Projeções feitas pela Defesa Civil, pelo governo do estado e por especialistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, apontam que o nível do rio pode chegar entre 5,5 e 5,6 metros, superando a marca de 5,33 metros desta mesma chuva. O recorde foi registrado na segunda-feira da semana passada, dia 6 de maio, às 20h. (Fonte CNN)

As cheias no Guaíba são consequência do escoamento da água do interior do estado. Na serra gaúcha, o final de semana foi marcado por chuvas nos locais onde estão os rios dos Sinos, Caí, Gravataí, Jacuí e Taquari.

Moradores da cidade de Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, relataram tremores de terra na madrugada desta segunda-feira (13) em meio às fortes chuvas e enchentes que atingem o Rio Grande do Sul. O Corpo de Bombeiros da região informou que está verificando os relatos e orientou que os moradores deixem imediatamente suas casas em caso do aparecimento de rachaduras.

Segundo o Observatório de Sismologia da Universidade de Brasília (UNB), houve três tremores na Serra Gaúcha. O primeiro, de 2,4 graus, à 01h48 foi registrado em Bento Gonçalves; o segundo, às 2h58, em Caxias do Sul, de 2,3 graus; e o terceiro às 3h03, com a mesma intensidade, em Caxias.

Segundo o relatório da CNM-Confederação Nacional de Municípios, 1.408.993 pessoas foram afetadas em 397 municípios. Já são 156.056 desalojados e 48.297 em abrigos.

Como ajudar o RS

Muitas instituições conceituadas têm se movimentado para enviar auxílio às vítimas do RS. Os itens mais imediatos têm sido água potável, itens de higiene e limpeza, roupas, agasalhos, medicamentos, colchões, roupas de cama, toalhas e alimentos.

Recursos financeiros também estão sendo viabilizados para necessidades básicas do momento emergencial, e também para o porvir, quando a recuperação e restauração das cidades e estradas for possível.

Água é item básico para a sobrevivência e muitas localidades e abrigos estão totalmente sem água, apesar das muitas águas que têm causado essa tragédia. Nossa organização não poderia deixar de agir em favor do Rio Grande do Sul nesse momento.

E precisamos, como empresas e instituições, pensar estrategicamente sobre como ajudar sem causar um impacto negativo ainda maior, ou sermos peso. Os esforços reunidos com parceiros que agregam nesse ponto e têm acesso à região serão mais efetivos.

Chuvas no RS: Como ajudar o RS

 

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Antes de se engajar em alguma ação, confira a idoneidade da instituição, verifique se os recursos estão realmente sendo enviados, como estão sendo enviados, quem está recebendo e distribuindo. Infelizmente, mesmo em um momento tão difícil como esse, muitos oportunidades e ladrões têm tentado se aproveitar da situação. Não permita que o bem que você deseja promover seja desviado por pessoas de mau caráter.

 

Atendimentos de saúde gratuitos às vítimas da calamidade do RS

Pessoas prejudicadas pela enchente que precisam de atendimento de saúde agora têm a opção de consultas on-line. Em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, o Grupo DOC disponibiliza consultas virtuais gratuitas para toda a população atingida pelas cheias.

Para realizar uma consulta, basta acessar e o link linktr.ee/grupodoc.med ou o perfil do Instagram @grupodoc, clicando em “faça sua consulta gratuita”. A iniciativa faz parte da campanha SOS RS e reúne médicos de diversas especialidades e psicólogos para atendimento adulto e pediátrico.

Conforme o titular da pasta, Fernando Ritter, toda ajuda é bem-vinda neste momento para melhorar o acesso à saúde de um maior número de pessoas. “Com o acesso facilitado, podemos reduzir a busca por emergências em hospitais e prontos-atendimentos, deixando a saúde mais perto da população”, avalia.

Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também atuam no atendimento às pessoas nos abrigos organizados em razão da enchente. Na Região Norte de Porto Alegre, bastante afetada pelas cheias, mais de 20 trabalhadores, entre médicos, enfermeiros, dentistas, técnicos de enfermagem, farmacêuticos e agentes de saúde, atuam desde a manhã de sábado, 4, junto aos desabrigados que estão no Vida Centro Humanístico.

Para dar conta de questões de saúde mental, a equipe é composta ainda por psicólogos, psiquiatras e terapeuta ocupacional, além de manter o acesso a vacinas e medicamentos. De acordo com dados da Defesa Civil, na manhã do dia 10, a Prefeitura de Porto Alegre registrou 13.175 pessoas em abrigos temporários organizados pelo município e por entidades parceiras. Ao todo, 144 estruturas foram montadas para assistência à população atingida pelas enchentes.

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Atendimentos de saúde no RS

 

Decisões do Governo para facilitar e viabilizar Ajuda ao RS

O Senado aprovou na terça-feira (7), um projeto de decreto legislativo que reconhece o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul até 31 de dezembro deste ano. Na prática, o decreto legislativo permite que o repasse de verbas para o Rio Grande do Sul seja acelerado. Depois de promulgado, o governo poderá publicar medidas com a abertura de crédito extraordinário para atender o estado afetado pelas chuvas no Rio Grande do Sul.

Prejuízos causados pelas chuvas no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul acumula prejuízo de mais de R$ 6 bilhões por estragos causados pelas fortes chuvas que atingem a região desde o fim de abril, segundo dados publicados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Até o momento, foram contabilizadas 99,8 mil casas danificadas ou destruídas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Com isso, o setor habitacional acumula maior parte das perdas, com prejuízo de R$ 3,4 bilhões. O restante das perdas está distribuído entre o setor público (R$ 465,8 milhões) e o setor privado (R$ 756,5 milhões). No setor privado, as principais áreas afetadas são:

  1. Agricultura: R$ 435 milhões
  2. Pecuária: R$ 134,7 milhões
  3. Indústria: R$ 92 milhões
  4. Comércios locais: R$ 37,5 milhões
  5. Demais serviços: R$ 52,2 milhões

Já no setor público, os mais impactados são:

  1. Danos materiais (instalações públicas como escolas, hospitais, prefeituras): R$ 333,6 milhões em prejuízos
  2. Obras de infraestrutura (pontes, estradas, calçamento, sistemas de drenagens urbanas etc.): R$ 91,3 milhões
  3. Sistema de transportes: R$ 8,4 milhões
  4. Assistência médica emergencial: R$ 7,4 milhões
  5. Sistema de esgotamento sanitário: R$ 7,4 milhões
  6. Limpeza Urbana e remoção de escombros: R$ 6,2 milhões
  7. Geração e distribuição de energia elétrica: R$ 3,3 milhões
  8. Sistema de ensino: R$ 2,9 milhões
  9. Abastecimento de água: R$ 2,8 milhões

Já sabe como ajudar o RS? Participe com o MAIS ÁGUA para apoiarmos a sociedade gaúcha em suas necessidades básicas AGORA e depois, quando todo esforço de acolhimento, apoio e solidariedade para a recuperação chegar. DOE e SEJA UM PARCEIRO.

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